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Pessoas mais velhas reunidas em sala aconchegante, conversando com tranquilidade
O que as famílias dizem

Relatos de quem mora aqui
e de quem trouxe alguém

Estas histórias foram partilhadas com permissão. Não são depoimentos pedidos — são coisas que as pessoas disseram e que achamos que valiam a pena guardar.

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3+

anos de portas abertas

18+

pessoas acolhidas

4,8

avaliação média das famílias

156+

tardes de ateliê realizadas

Vozes da casa

O que as pessoas contam

RS

Regina Schwartz

filha · Joinville, SC

A maior dúvida que tínhamos era se minha mãe ia se adaptar. Ela é muito independente, acostumada com a própria rotina, e a gente temia que qualquer regra ou horário fixo ia incomodar. No Terraço Flamboyant, ela acorda quando quer, passa as tardes no ateliê bordando — coisa que ela parou de fazer há anos porque achava que não tinha com quem compartilhar — e volta para o quarto quando prefere. Em seis meses, isso se tornou a vida dela.

julho de 2025

MN

Marcos Nunes

filho · Blumenau, SC

A mudança do meu pai foi mais difícil do que eu esperava — pra mim, não pra ele. Ele entrou no primeiro serão como se já conhecesse o lugar. Acho que o fato de a equipe ter ido até a casa anterior, embalado as coisas com cuidado e montado o quarto com os móveis que ele reconhecia fez toda diferença. O relato mensal que recebi em julho foi o primeiro momento em que respiri fundo desde a mudança.

julho de 2025

LT

Luíza Teixeira

moradora do bairro América

Não moro no Terraço, mas participo das tardes de ateliê faz cinco meses. Sou vizinha, aposentada, e já fiz um porta-retratos, três peças de crochê e comecei um móvel pequenininho de madeira que nunca imaginei que seria capaz. Carlos não te deixa sentir que é difícil. Ele só mostra e acompanha. Hoje as quartas-feiras são o dia que eu mais espero na semana.

junho de 2025

CF

Cláudio e Fátima Borges

casal residente

A gente nunca quis se separar. Isso era inegociável. Em outros lugares que visitamos, ou não aceitavam casal no mesmo quarto, ou o custo dobrava sem sentido. Aqui faz parte do arranjo desde o início. Estamos há quatro meses e o quarto tem os nossos móveis, os livros que trouxemos, as fotos. É nossa casa, simplesmente num endereço diferente.

julho de 2025

AP

Adriana Pereira

filha · Florianópolis, SC

Minha mãe está em Joinville, eu estou em Florianópolis. O que mais me ajuda é o relato mensal. Não é uma ficha, é um texto de verdade. No último, a Miriam escreveu que minha mãe está participando mais do jantar coletivo às sextas e que pediu para aprender a costurar — coisa que ela nunca tinha feito na vida. Eu não sei como elas notam esse nível de detalhe, mas notam.

junho de 2025

JO

Jorge Oliveira

filho · São Bento do Sul, SC

O meu pai tem 79 anos e até julho do ano passado eu estava dormindo mal toda semana porque não sabia como ele estava. Agora recebo um relato todo mês e tenho o telefone da Miriam. Parece pouco, mas muda tudo. E ele está bem — faz marcenaria às segundas, e o Carlos disse que ele tem jeito pra coisa.

julho de 2025

Em mais detalhe

Três histórias que nos marcaram

A chegada do senhor Anísio

Residência para Casais · maio de 2025

A situação

O senhor Anísio, 81 anos, e sua esposa Zélia, 76, moravam sozinhos num apartamento em Joinville. Ela tinha dificuldade de locomoção e a família vivia a oito horas de distância. A ideia de separá-los para conseguir atendimento para ela era o que mais assustava todos.

O que aconteceu

A família entrou em contato, visitou a casa e trouxe Anísio e Zélia para conhecer o espaço antes de qualquer decisão. Em maio, vieram. O serviço de Apoio na Chegada fez a mudança, e o quarto ficou com os mesmos móveis, as mesmas fotos, o mesmo tapete.

Dois meses depois

Anísio participa das tardes de marcenaria. Zélia costuma sentar na varanda da manhã com café. O filho mais novo, que mora em São Paulo, disse que o relato mensal de junho foi a primeira vez que ele conseguiu trabalhar sem checar o celular a cada hora.

"Não foi difícil como a gente pensou. Foi diferente — mas do jeito bom."

— Anísio, morador

A dona Vera e o ateliê

Tardes de Ateliê · moradora do bairro América

A situação

Dona Vera, 72 anos, mora sozinha a três quarteirões do Terraço Flamboyant. Aposentada desde 2017, sentia que as semanas estavam todas iguais e não tinha mais projeto nenhum para a mão.

O que aconteceu

Soube das tardes de ateliê por uma placa na calçada. Veio numa quarta "só para ver" e ficou. Começou pela pintura, depois passou pela costura, e hoje alterna entre as duas. Participa mensalmente há oito meses.

Hoje

Fez amizade com dois moradores da casa e com outras duas vizinhas que também participam das tardes. A última peça que pintou foi uma caixa de madeira para guardar cartas — encomenda do filho para o aniversário da neta.

"Eu vim 'só pra ver' e fico pensando que talvez fosse a melhor decisão que tomei nos últimos anos."

— Vera, participante das tardes

A mudança da dona Neide

Apoio na Chegada + Residência · março de 2025

A situação

Dona Neide, 77 anos, morava numa casa própria em Joinville que ela e o marido tinham construído juntos. Depois que o marido faleceu, a família ficou apreensiva com ela morando sozinha. A ideia de sair da casa dela era o maior obstáculo.

O que aconteceu

A filha contratou o Apoio na Chegada. A equipe foi até a casa em março, embalou os pertences que Neide escolheu, organizou o transporte e montou o quarto no Terraço de um jeito que lembrava o quarto anterior: mesmo armário, mesmas fotos no mesmo lado da cama.

Três meses depois

Neide às vezes fala com saudade da casa. Mas também fala da cozinha do Terraço que cheira a alho de manhã e das conversas de jantar. A filha disse que o que mais surpreendeu foi que Neide ligou pra ela na primeira semana para contar que tinha gostado — sem que ela tivesse pedido.

"A casa nova tem cheiro de gente. Eu não sabia que sentia falta disso."

— Neide, moradora

Próximo passo

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Endereço

Rua Dr. João Colin, 1748
América, Joinville – SC

Atendimento

Seg–Sex: 8h–17h
Sáb: 9h–13h

Sem compromisso

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